Uma equipe técnica criada pelos bancos investiga como os caixas eletrônicos, intactos, estão liberando cédulas manchadas pela tinta rosa do sistema antifurto.
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Essas manchas, que anulam o valor da cédula, deveriam aparecer apenas nas notas furtadas de máquinas violadas. Quando um caixa é explodido pelos ladrões, por exemplo, o sistema libera a tinta e mancha o dinheiro.
Esse sistema foi implantado neste ano, após uma série de caixas eletrônicos serem alvo da ação de grupos criminosos, principalmente no Estado de São Paulo.
A Febraban não diz como será essa investigação, da qual também participam os bancos e "prestadores de serviço", mas ela basicamente tem dois caminhos.
Uma das linhas de investigação é saber se houve algum problema nas máquinas. Por alguma falha, houve o vazamento do líquido e, consequentemente, a contaminação das notas.
Isso, porém, foi descartado pela Febraban em nota enviada neste mês. "Não existe a possibilidade de os caixas eletrônicos dispensarem notas manchadas porque esses equipamentos foram desenvolvidos e regulados para evitar esse tipo de vazamento; a última maneira de a tinta manchar as notas é por meio de uma agressão anormal ao equipamento provocada, por exemplo, por uma explosão", dizia a nota.