http://www.listaamarela.com.br/empresa/sp/sao_paulo/dmax_baterias_8186334

R General João Carlos Lobo Botelho 359 - Vila Maria
CEP: 02169-000 - São Paulo / SP

Tel.: (11) 2955-5247

Arquivo do blog

DMAX BATERIAS

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O empenho da cidade para abrir a Copa de 2014

Embora a definição sobre onde será o jogo de abertura da Copa de 2014 só seja conhecida em outubro, as autoridades municipais, prefeito e vereadores, estão empenhadas para que ele ocorra no estádio que o Corinthians começou a construir na zona Leste da cidade. Tanto o prefeito Gilberto Kassab, quanto seus secretários e também as lideranças no Legislativo se esforçam o tempo todo e em todas as instâncias para transformar em realidade o desejo de uma parte da população de ver a cidade como sede da abertura. “Os indicatDivulgaçãoCálculos de consultoria internacional indicam que a arrecadação da cidade deve crescer em R$ 1 bilhão com a abertura da Copa.ivos são que teremos a abertura aqui. E a cidade vai se esforçar para cumprir esse voto de confiança”, disse o prefeito logo após a Fifa ter aceitado as garantias financeiras dadas pelo Corinthians para a construção do Itaquerão.

O empenho do prefeito tem se traduzido no convencimento das lideranças políticas da cidade sobre os ganhos econômicos e sociais que a capital, em especial a populosa zona Leste, terá com a construção do novo estádio do Corinthians e, principalmente, se ali for o jogo de abertura do mais importante torneio de futebol do mundo. Foi assim quando, no início de julho, os vereadores aprovaram o projeto de lei que dá isenções ficais de até R$ 420 milhões para as obras do novo estádio.

Na ocasião, Kassab e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Marcos Cintra, participaram de inúmeras reuniões com os vereadores para argumentar a favor da construção do estádio para a abertura dos jogos. Eles levaram uma série de estudos sobre os benefícios de sediar a abertura em São Paulo. Segundo cálculos da consultoria internacional Accenture, o PIB da cidade terá um acréscimo de R$ 30 bilhões em 10 anos e a Prefeitura deverá arrecadas R$ 1 bilhão em impostos nesse período, caso a abertura da Copa ocorra mesmo em Itaquera. A Accenture avaliou o papel da Copa como agente dinamizador do desenvolvimento da zona Leste.

Outra demonstração do esforço do prefeito paulistano pela abertura da Copa, colocando em risco até seu prestígio político, foi a decisão de vetar um artigo do projeto de lei dos incentivos que condicionDivulgaçãoPrefeitura diz que incentivo de R$ 420 milhões para o estádio se justifica pelo desenvolvimento que trará para a cidade.a a isenção fiscal para a arena do Corinthians à garantia de que o estádio receberá a partida de abertura do mundial de 2014. "Independente da Copa do Mundo, aliás, antes mesmo do Brasil ter sido escolhido como país sede da Copa do Mundo, nós já tínhamos para a zona Leste, uma lei de incentivo e, independente da Copa do Mundo, a construção do estádio do Corinthians nessa região trará desenvolvimento, trará recursos para São Paulo, trará receita, perfeitamente, portanto, justificável esse incentivo”, declarou na época o prefeito.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Marcos Cintra, o incentivo ao desenvolvimento da zona Leste não é de agora. Em recente entrevista ao Caderno SP, Cintra lembrou que a lei de incentivo à abertura da Copa em Itaquera é uma adaptação da lei 13.833, de 2004, que disciplina o incentivo fiscal à zona Leste. “Ela foi aperfeiçoada pelas Leis Municipais 14.654, de 20/12/2007, e 14.888, de 19/01/2009, que definem a área de abrangência dos incentivos. Nos últimos anos, empresas receberam esses incentivos para realizar empreendimentos na zona Leste”, disse Cintra.

No entender de Cintra, a Prefeitura considera que a abertura da Copa do Mundo é da maior importância para a cidade de São Paulo e, em especial, para sua região mais populosa e mais pobre, a zona Leste. Evento de repercussão mundial, com cerca de 500 milhões de espectadores no mundo, a construção do estádio e a abertura da Copa serão, de acordo com o secretário, fortes indutores de desenvolvimento e geração de empregos na região. “Só a construção do estádio vai gerar 6 mil empregos! Por isso, a lei propõe incentivo fiscal”, comenta Cintra.

Mas o secretário faz questão de esclarecer que incentivo não é subvenção. “Subvenção é repasse direto de verba do Tesouro do Município, como a Prefeitura faz para a realização de eventos privados que, por sua importância cultural, social ou turística, divulgam uma boa imagem da cidade no Brasil e no mundo e ainda trazem ganhos para a economia da cidade de São Paulo, como é o caso do Grande Prêmio de Fórmula 1. Já incentivo é abrir mão hoje da arrecadação de impostos futuros, gerados pelo investimento beneficiado”, explica.

Em relação ao argumento usado por alguns críticos, segundo o qual o incentivo daria para construir creches, escolas ou hospitais, Cintra observa que isso é um equívoco, pois os R$ 420 milhões é um recurso que não existe hoje nos cofres da Prefeitura. “Ele só será arrecadado no futuro, se houver a construção do estádio e a abertura da Copa ocorrer no Itaquerão. Insisto: a Prefeitura está abrindo mão de arrecadação que hoje não existe para obter ganhos futuros. A administração não vai colocar dinheiro do orçamento no empreendimento”, conclui.

CONGRATULAÇÕES

Obrigado por privilegiar nosso blog com sua visita. Colocamo-nos a sua disposição para eventuais dúvidas e esclarecimentos.
dmaxbaterias@gmail.com